O vazio que doí, mas traz novos começos.

Hoje não consigo escrever, não consigo… não tenho palavras. Não há nada que eu coloque aqui que não soe forçado ou movido por um qualquer sentido de  obrigação.

Mas escrevo à mesma! Porque a vida continua o seu movimento, porque há pessoas que contam com este post e porque as emoções são SEMPRE passageiras.  Aceito que às vezes tenho menos para dizer ou até mesmo, que não tenho nada. O nada é um lugar espectacular, porque dele pode nascer tudo. E na arte é muitas vezes assim. É quando sentimos um vazio interno, uma espécie de vácuo que nos quer sugar para um abismo interno do qual não vemos saída, que as melhores coisas acontecem.

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A nogueira em frente à janela do meu estúdio, de onde vos escrevo este post, está tal como eu. Como pouco para mostrar no interior, mas a fervilhar no interior. Tal como ela, em breve estarei a escrever longos e inspirados posts, a partilhar a minha loja em construção e a viajar pelo país com os círculos de tecelagem.

Mas…

Por hoje, deixo-vos a minha silenciosa presença.

Estou aqui e vejo-vos, importo-me com vocês, estamos juntas.

Até segunda!

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