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	<title>Arquivo de ancestrais - Ana Alpande</title>
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	<description>Tecendo o Ser de Volta ao Estar</description>
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	<title>Arquivo de ancestrais - Ana Alpande</title>
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		<title>Porque é que não pode haver solução para as alterações climáticas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[anaalpande]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 May 2019 12:50:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Auto-observação]]></category>
		<category><![CDATA[eco-espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[vida ciclica]]></category>
		<category><![CDATA[alterações climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[ancestrais]]></category>
		<category><![CDATA[Neptuno]]></category>
		<category><![CDATA[prospecção lítio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Porque é que não pode haver solução para as alterações climáticas Esta semana circulam pelas redes sociais várias petições e minutas de reclamação contra a prospeção de lítio e outros elementos, naquilo parece ser 1/5 do nosso território interior (podes ver do que se trata aqui). Muitas pessoas estão ativas em acreditar que vamos conseguir</p>
<p>O conteúdo <a href="https://anaalpande.com/porque-e-que-nao-pode-haver-solucao-para-as-alteracoes-climaticas/">Porque é que não pode haver solução para as alterações climáticas</a> aparece primeiro em <a href="https://anaalpande.com">Ana Alpande</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h5 class="wp-block-heading">Porque é que não pode haver solução para as alterações climáticas</h5>



<p class="has-text-align-left">Esta semana circulam pelas redes sociais várias petições e minutas de reclamação contra a prospeção de lítio e outros elementos, naquilo  parece ser 1/5 do nosso território interior (<a aria-label="podes ver do que se trata aqui) (abre num novo separador)" rel="noreferrer noopener" href="https://web.facebook.com/groups/280805749540386/" target="_blank">podes ver do que se trata aqui)</a>.</p>



<p class="has-text-align-left">Muitas pessoas estão ativas em acreditar que vamos conseguir evitar esta loucura, outras não se importam ou acreditam que nos vai trazer riqueza e algumas levantam a questão moral, de ter ou não o direito de reclamar contra a prospeção e minério de um elemento que se faz essencial na revolução verde contra as alterações climáticas.</p>



<p class="has-text-align-left">Há pouco tempo assisti uma TedTalk onde uma mente brilhante de Silicon Valley falava em como nos anos 90 lutou para disseminar a energia verde nos EUA (eólica e solar) e das consequências ambientais verificadas já nesta década, das grandes “quintas” de painéis solares e turbinas éolicas no interior da Califórnia, considerado o estado pioneiro no uso de energia limpa, nas comunidades locais (e aqui quando me refiro a comunidade, incluo na palavra todos os habitantes de um determinado local, animais, plantas, pedras etc&#8230;). A reflexão deste senhor terminava com um lista de provas “bem fundamentadas” que a energia nuclear é neste momento a solução mais limpa para combater as alterações climáticas, fazendo face às nossas necessidades atuais.</p>



<p class="has-text-align-left">Vivemos,
todos nós, presos na armadilha do capitalismo, está tão bem
montada que faz com que andemos a matar a nossa alma e a contaminar a
nossa imaginação, sem sequer nos aperceber-mos.</p>



<p class="has-text-align-left">Chegámos a um ponto em termos de tecido social, em que deixámos de saber quais são os nossos valores comuns, chegámos a um nível de dissociação tão grande que quando falamos em comunidade deixamos de considerar tudo o que permite que uma comunidade exista e floresça: ar, água, terra, animais etc&#8230; passamos a olhar para a paisagem que ocupamos como se ela nos pertencesse e fosse mais um produto de prateleira de supermercado que compramos em saldo e que podemos descartar e deitar fora quando já não é útil.</p>



<p class="has-text-align-left">O
capitalismo desertificou o terreno das nossas almas.</p>



<p class="has-text-align-left">Esquece as alterações climáticas, são uma batalha perdida. Uma espécie de doença da moda que esconde e nos distraí da verdadeira causa da nossa fatal moléstia, senão tratarmos a causa, não podemos trazer verdadeira cura para os nossos sintomas.</p>



<p class="has-text-align-left">Enquanto andamos à procura de “comprimidos” que suprimem os sintomas, estamos a deixar que a verdadeira doença se alastre e ela tem-se vindo a manifestar silenciosamente à muito tempo.  </p>



<p class="has-text-align-left">O empreendedorismo tem feito com que passemos a vida à procura de oportunidades, até parece coisa de coach norte-americano, aquela cena de transformar as dificuldades em oportunidades e tal&#8230; É assim que tem crescido a indústria verde, e nós temos acreditado nessa indústria tanto quanto acreditamos nas farmacêuticas e nas pílulas milagrosas que curam a tua gripe, sem que tenhas de faltar ao trabalho ou privar-te das comodidades da vida normal, ou ainda permitindo-te calar os sintomas da gastrite sem que seja necessário olhar para a alimentação, ou para a gestão das  emoções.</p>



<p class="has-text-align-left">As soluções que o capitalismo verde tem para oferecer serão sempre supressoras do problema maior. Não vão resolver, mas sim esconder as verdadeiras causas que nos estão a levar ao declínio.</p>



<p class="has-text-align-left">Estamos
programados enquanto cultura e nas nossas vidas individuais para
querer mais e mais, maior, mais brilhante, mais forte, mais sólido,
mais certo&#8230;</p>



<p class="has-text-align-left">Sim o Patriarcado educou-nos bem, para sermos conquistadores das montanhas mais altas e das terras mais inóspitas, os melhores!, aparentemente tivemos sucesso, mas a grande verdade é que:</p>



<p class="has-text-align-left">Para tu teres e seres mais e mais, além terá que ter e ser menos e menos.</p>



<p class="has-text-align-left">Este
é o modelo em que vivemos e está presente em todos os lares de
todas as casas desde o 1º mundo ao 3º, a todos os lugares que se
renderam às odes do capitalismo.</p>



<p class="has-text-align-left">Mas,
verdade seja dita: somos filhos do Patriarcado, foi ele que nos criou
e educou, renegá-lo e sair por aí rebeldes abdicando de todo o
privilégio que herdámos e toda a sua herança, vai fazer com que,
mais cedo ou mais tarde lhe batamos à porta a pedir guarida, afinal
de contas sempre que rejeitamos uma parte da nossa sombra, mais cedo
ou mais tarde ela volta para reclamar o seu lugar. Por outro lado
perdemos todo e qualquer contacto com a sabedoria daqueles que
caminharam neste planeta sabendo abarcar na palavra comunidade toda a
natureza, percebendo que não existe um nós e um “isso” &#8211;  há
uma questão de linguística aqui &#8211; na língua inglesa  (a mais
falada no mundo), existe uma separação nos pronomes pessoais entre
as pessoas e as outras coisas, vivas ou não: animais, plantas etc&#8230;
He/She (ele/ela) para pessoas – It  (este não existe em PT, mas
podemos de forma livre utilizar os pronomes demonstrativos, isso ou
aquilo) para as “coisas” incluindo outros seres vivos – no
entanto no tempo do matriarcado, tenho a certeza absoluta o pronome
vigente era o Nós.</p>



<p class="has-text-align-left">A grande verdade é que um indivíduo para crescer e se individualizar, precisa de conseguir aceitar, fazer as pazes para ir além das limitações de  Pai/Mãe. E nós enquanto coletivo estamos a precisar urgentemente de nos individualizarmos: deixarmos a nostalgia dos tempos Matriarcais, o desejo constante de proteger e vingar as injustiças feitas à Mãe, pararmos de culpar, quais vítimas indefesas o Pai tirano (Patriarcado), e construir um novo modelo que nos permita sair das garras do capitalismo e encontrar verdadeiras e duradouras soluções para o nosso problema existencial.</p>



<p class="has-text-align-left">Enquanto andamos distraídos com o fim da vida na Terra, a alimentar diariamente o terror e a incerteza, impregnando as nossas células com emoções como: raiva, culpa, indignação, desespero, descrença, desistência e descrença, vitimização; ensinando aos nossos filhos que vivemos num mundo perigoso e sem esperanças,  estamos na verdade a permitir que a nossa alma e a das próximas gerações fique completamente desprovida da possibilidade de se alimentar.</p>



<p class="has-text-align-left">O nosso Ego entra em modo reação/ fuga, imprimindo grandes doses de adrenalina no nosso corpo colocando a mente numa posição de hiper-excitabilidade enquanto a Alma declina e se afasta do cenário.</p>



<p class="has-text-align-left">A
nossa cultura encontrou forma argilosas de criar clínicas de
cuidados paliativos em massa, para que as nossas Almas acreditem que
nada mais há a fazer senão esperar pela morte (enquanto o ego luta
com todas as suas forças contra um inimigo que ele nem conhece).</p>



<p class="has-text-align-left"><strong>É
no coração do homem que está a verdadeira fonte inesgotável de
energia e é na Alma Humana que se ergue firme a capacidade de dizer
NÃO a qualquer solução que seja anti-vida, anti-comunidade,
anti-respeito, anti-amor.</strong></p>



<p class="has-text-align-left"><strong>É numa personalidade firme e íntegra que a coerência entre valores e ações se torna cristalina e indubitável.</strong></p>



<p class="has-text-align-left">É
urgente, que antes das manifestações, dos abaixo assinados, de
dizer ao vizinho que o pacote de leite de chocolate do miúdo é mau,
ou o que quer que andemos a fazer para lidar com a nossa culpa e
conivência, que nos dediquemos a repovoar o terreno da nossa alma,
com terra fértil e alimento verdadeiro: com beleza, silêncio,
partilha genuína, escuta autêntica e tempo suficiente de solitude
que nos permita reconectar com o nosso Eu e ouvir a nossa voz  ao
invés da psique coletiva que pinta cenários tão negros, que a Alma
Humana sensível, não consegue fazer mais nada senão retirar-se e
fechar-se ainda mais em si própria, ficando refém de um quarto de
hospital onde é alimentada de forma intra-venosa por toda uma
miríade de distrações tóxicas que a impedem de nos ajudar a ver o
mundo através do coração.</p>



<p class="has-text-align-left">E
sabem o que acontece à nossa força de vontade (Marte) quando o
nosso Ego (Sol) e a nossa Alma (Lua) não conseguem comunicar?
Ficamos manipuláveis. 
</p>



<p class="has-text-align-left">E neste cenário que &#8220;teoristas&#8221; da conspiração , fundamentalistas ambientais ou guerreiros do capitalismo estão todos no mesmo barco, porque todos estes discursos estão desprovidos de Alma, logo nenhum deles é capaz de trazer soluções, porque o seu grande mestre – o Medo, abafa e enfraquece a empatia.</p>



<p class="has-text-align-left">Os
novos deuses do 1º mundo, sentam-se nos seus tronos de privilégio,
vestem-se com as suas batas bordadas com fios de certezas cientificas
e avanços tecnológicos a debater a próxima moda que irá enfiarmos
ainda mais radiação, discórdia e separatividade pelos olhos
adentro através de um qualquer aparelho adornado de comodidade e
satisfação, enquanto as vozes dos nossos ancestrais, se desvanecem
na espuma dos dias tornando-se num leve murmúrio quase que
inaudível,  reduzido a um leve calafrio quando vemos um Carvalho
centenário cortado por ser incómodo, ou a espuma dos resíduos de
uma qualquer fábrica a flutuar pelo afluente.</p>



<p class="has-text-align-left">Ficamos isolados, desconectados, cortados do fio da nossa pertença a esta Terra e a este Mundo.</p>



<p class="has-text-align-left">E
sim é aqui desde há muito tempo se orquestra a verdadeira extinção
da humanidade,</p>



<p class="has-text-align-left">o dia em que o último homem, sonhar o último sonho ao lado dos nossos ancestrais.</p>



<p class="has-text-align-left">Há tempos escrevi sobre Neptuno e o seu papel na cura dos problemas profundos do planeta, quem quiser por favor veja o artigo aqui.</p>



<p class="has-text-align-left">Mas neste contexto deixo-vos este pequeno trecho de um apelo apaixonado da Iris Lican, que assinala a verdadeira resposta para o futuro da nossa humanidade, e atenção, não se trata de nos isolarmos daqueles que não pensam como nós, é justamente o oposto, trata-se de criar uma cultura onde através das nossas diferenças possamos todos sonhar em conjuntos com os nossos ancestrais, para que possamos parar com esta ilusão infantil de que defender a água, os oceanos ou as florestas é diferente de curarmos a nossa Alma, é tudo, tudo a mesma coisa, nós somos Um. E numa comunidade somos responsáveis por cuidar em manter um terreno fértil onde as nossas Almas e as Almas dos nossos filhos possam prosperar e apoiar o trabalho do Ego e da Consciência.</p>



<p class="has-text-align-left"> &#8220;Temos que aprender a sonhar e a encontrar caminhos de materializar não somente sonhos para o bem individual mas urgentemente para o bem coletivo que passa por entender que sem solo e água não há vegetação, logo não há alimento nem vida. Isso sim, é o foco e a única coisa da qual não podemos prescindir&#8230;&#8221; &#8211; grata Íris Lican pelo poder de síntese (<a href="https://earthbodymedicine.com/?fbclid=IwAR3EUgQ36tSWtjkGo3SzLVaatJ0-uqjrXSIEnQJSpRPOKrFdI6_SCsNZWME" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="se quiseres fica a conhecê-la aqui). (abre num novo separador)">se quiseres fica a conhecê-la aqui).</a></p>



<p class="has-text-align-left"> É pelo sonho que vamos – nosso &#8211; o sonho que: escuta,  imagina,  visualiza, cria e que se manifesta com o apoio dos nossos ancestrais, que desde os inícios dos tempos viveram e colaboraram com esta Terra que arduamente queremos proteger,  numa  postura paternalista/ditadora que tem vindo a provar que só consegue obter poder, através da exploração das Almas, cujos terrenos crescem cada vez mais desertificados.</p>



<p class="has-text-align-left"> Vamos libertar as nossas Almas do alimento artificial que as aprisiona, limitemos o nosso consumo  de desgraças e soluções enganosas, paremos de acreditar que o Homem é o Pai disto tudo e que só ele pode salvar o que destruiu, que a ciência e a tecnologia podem trazer cura para um problema que não é nem científico nem tecnológico.</p>



<p class="has-text-align-left">
Tenho
a certeza que Úrano a transitar por Touro está inquieto para nos
inspirar com soluções verdadeiras que possam curar a aridez da Alma
e a crise de valores. 
</p>



<p class="has-text-align-left"> Ousemos sonhar com milagres, com soluções simples e eficazes com o auxílio de toda a nossa Comunidade: pedras, plantas, árvores, água, ancestrais, anjos da guarda e outras figuras que habitam a nossa casa 12.</p>



<p class="has-text-align-left">
Que
cada um de nós se responsabilize por colocar a cura da Alma em 1º
lugar.</p>



<p class="has-text-align-left"> <strong>Digamos não ao desperdício da beleza, por um alimento verdadeiro para as nossas almas, gratuito, justo e renovável.</strong></p>



<p class="has-text-align-left">
É
possível encontrar um ratio justo entre gratidão, alegria e
maravilhamento com as “pequenezas” do dia-a-dia e a informação
necessária para que possamos estar vigilantes e ativos numa ação
vertical e coerente entre Mente/Alma/Espírito.</p>



<p class="has-text-align-left"> Que a beleza, a gratidão a empatia e a vulnerabilidade sejam o nosso antídoto contra a devassidão da Alma e a devastação do planeta.</p>



<p class="has-text-align-left">  Que possamos assumir o compromisso social com a nossa comunidade alargada (animais, pedras, plantas etc&#8230; incluídos) em manter uma visão clara e inabalável do futuro que queremos sonhar em conjunto.</p>



<p class="has-text-align-left">
#diznãoaodesperdíciodabeleza</p>



<p class="has-text-align-left">
#teceotecidodatuacomunidade</p>



<p> Ana Alpande</p>



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