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	<title>Arquivo de mindfullness - Ana Alpande</title>
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	<description>Tecendo o Ser de Volta ao Estar</description>
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	<title>Arquivo de mindfullness - Ana Alpande</title>
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		<title>Solidão, Depressão e saber REALMENTE ouvir o outro. O Tear da Terra no Festival Origens</title>
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		<dc:creator><![CDATA[anaalpande]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 May 2017 10:23:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Solidão, Depressão e saber REALMENTE ouvir o outro &#8211; O Tear da Terra no Festival Origens A minha família é oriunda do interior de Portugal, e eu cresci com histórias de tempos muito diferentes destes em que vivemos. Tempos de miséria sim, mas também de uma riqueza&#160; artística e espiritual, fruto talvez do contacto e</p>
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<h5 class="wp-block-heading">Solidão, Depressão e saber REALMENTE ouvir o outro &#8211; O Tear da Terra no Festival Origens</h5>



<p class="has-text-align-left">A minha família é oriunda do interior de Portugal, e eu cresci com histórias de tempos muito diferentes destes em que vivemos. Tempos de miséria sim, mas também de uma riqueza&nbsp; artística e espiritual, fruto talvez do contacto e dependência da terra e dos seus ciclos. Na minha família cada pessoa tinha um papel bem definido em termos culturais. Os meus tios tocavam bandolim e violino, a minha tia dançava, a minha avó era rezadeira e contadora de histórias e todos (apesar das grandes dificuldades) contribuíam para a riqueza cultural da sua comunidade.</p>



<p class="has-text-align-left">E este foi o exemplo e o legado que me deixaram, e acho que inconscientemente todo o meu trabalho foi tecido com as linhas da minha infância, as memórias&nbsp; das tardes passadas a ouvir histórias aos pés da máquina de costura enquanto eu fazia os vestidos das minhas bonecas.</p>



<p class="has-text-align-left">Quando eles partiram eu senti-me meio órfã e sem referências. Achei que ao viver no campo iria participar naturalmente destas coisas, mas ao chegar aqui vi muita tristeza, e uma solidão ainda maior que a minha. Estas coisas deixaram de ter importância e as pessoas deixaram de ser ouvidas.</p>



<p class="has-text-align-left">A nossa sociedade carece tanto de ser ouvida. Não estou só a falar dos anciões, estou a falar de todos nós, das crianças aos mais velhos.</p>



<p class="has-text-align-left">Quantas vezes por dia é que nos sentamos completamente presentes a ouvir alguém? <strong>Às vezes pergunto-me se a depressão não será justamente um síndrome de uma cultura que deixou de saber ouvir.</strong></p>



<p class="has-text-align-left">Ontem no <a href="https://pt-pt.facebook.com/origenscultura" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Festival Origens</a>, estive com o meu Tear da Terra a dar voz à comunidade (podes ver <a href="https://www.facebook.com/media/set/?vanity=Espaco00tempo&amp;set=a.925138794295048" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a> a &#8220;reportagem fotográfica&#8221; completa deste momento).</p>



<p class="has-text-align-left">Através de gestos tão familiares como cortar tiras de tecidos, ou dobar uma meada para depois a tecer. Criou-se ali um momento de cumplicidade, um estado de presença (tão característico dos trabalhos manuais).&nbsp;Vi o brilho nos seus olhos e a força na sua voz e vi-me através delas, também eu, no meu silêncio a dar voz à minha tia e à minha avó que me criaram e que me acompanham sempre.</p>



<p class="has-text-align-left">Em poucas horas recebi mais do que poderia imaginar. </p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="528" height="960" src="https://anaalpande.com/wp-content/uploads/2021/01/18670892_925141657628095_4733961154420814554_n.jpg" alt="" class="wp-image-34115" srcset="https://anaalpande.com/wp-content/uploads/2021/01/18670892_925141657628095_4733961154420814554_n.jpg 528w, https://anaalpande.com/wp-content/uploads/2021/01/18670892_925141657628095_4733961154420814554_n-165x300.jpg 165w, https://anaalpande.com/wp-content/uploads/2021/01/18670892_925141657628095_4733961154420814554_n-500x909.jpg 500w" sizes="(max-width: 528px) 100vw, 528px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="528" height="960" src="https://anaalpande.com/wp-content/uploads/2021/01/18557054_925142284294699_1308010198804046437_n.jpg" alt="" class="wp-image-34113" srcset="https://anaalpande.com/wp-content/uploads/2021/01/18557054_925142284294699_1308010198804046437_n.jpg 528w, https://anaalpande.com/wp-content/uploads/2021/01/18557054_925142284294699_1308010198804046437_n-165x300.jpg 165w, https://anaalpande.com/wp-content/uploads/2021/01/18557054_925142284294699_1308010198804046437_n-500x909.jpg 500w" sizes="(max-width: 528px) 100vw, 528px" /></figure>



<p class="has-text-align-left">Precisamos urgentemente de ouvidores compassivos que ofereçam tempo e espaço para deixar o outro Ser.</p>



<p class="has-text-align-left">Mas não é assim tão fácil&#8230;</p>



<p class="has-text-align-left">Passa por um exercício de aprender a marcar limites e ter noção do espaço individual, para a seguir poder haver uma abertura sincera e honesta ao outro, sem pressas ou julgamentos. É um movimento para o centro de si antes de qualquer outra coisa.</p>



<p class="has-text-align-left">E é isto que se aprende num círculo. Voltamos ao circulo&#8230;</p>



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