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	<title>Arquivo de arte de tecer a vida - Ana Alpande</title>
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	<description>Tecendo o Ser de Volta ao Estar</description>
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	<title>Arquivo de arte de tecer a vida - Ana Alpande</title>
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		<title>Lua Nova em Gêmeos</title>
		<link>https://anaalpande.com/lua-nova-em-gemeos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[anaalpande]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 May 2020 18:21:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[arte de tecer a vida]]></category>
		<category><![CDATA[astrologia]]></category>
		<category><![CDATA[Auto-observação]]></category>
		<category><![CDATA[ciclo lunar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>LUA NOVA EM GÊMEOS Chegámos à Lua Nova de Gêmeos! Para mim Gêmeos é o signo que possui a chave para chegar ao Unicórnio, o Centro do Mapa Astral onde todos os opostos se convertem na unidade. Na Lua Nova o Gêmeo que está nas trevas fala mais alto, e na sua voz podemos ouvir</p>
<p>O conteúdo <a href="https://anaalpande.com/lua-nova-em-gemeos/">Lua Nova em Gêmeos</a> aparece primeiro em <a href="https://anaalpande.com">Ana Alpande</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4 style="text-align: left;" align="JUSTIFY">LUA NOVA EM GÊMEOS</h4>
<h5 style="text-align: left;" align="JUSTIFY">Chegámos à Lua Nova de Gêmeos!</h5>
<p style="text-align: left;">Para mim Gêmeos é o signo que possui a chave para chegar ao Unicórnio, o Centro do Mapa Astral onde todos os opostos se convertem na unidade.</p>
<p style="text-align: left;"><b>Na Lua Nova o Gêmeo que está nas trevas fala mais alto, e na sua voz podemos ouvir os murmúrios daquilo que em nós precisa vir à luz da mente. </b></p>
<p style="text-align: left;">Por causa desta busca incessante de um Gêmeo pelo outro, muitas vezes o maior desafio representado pelo arquétipo de Gêmeos é o desafio de permanecer tempo suficiente numa conversa ou numa ideia, para realmente poder ouvir a outra parte, pois quando Gêmeos comunica muitas vezes o que ele busca é o reflexo daquele que está escondido, mesmo que inconscientemente, então nem sempre a comunicação em Gêmeos é direcionada, muitas vezes ela responde a um impulso que vem do inconsciente, uma espécie de contenda incessante em busca de algo que foi perdido, o problema é que esta conversa com o que está escondido, pode suscitar no outro incómodo e dificuldades em se relacionar com o que a pessoa de Gêmeos está a projetar.</p>
<h5 style="text-align: left;">Então, esta Lua Nova é muito importante para avaliarmos a nossa capacidade de comunicar.</h5>
<p style="text-align: left;">Como está a nossa comunicação?</p>
<p style="text-align: left;">Somos ouvidas?</p>
<p style="text-align: left;">Sabemos realmente ouvir o outro e a nós mesmas?</p>
<p style="text-align: left;">Estamos a ser honestas em relação aos nossos sentimentos?</p>
<p style="text-align: left;">E com que verdade estamos a ser capazes de comunicar o que realmente sentimos?</p>
<p style="text-align: left;">Gêmeos também nos fala da forma como aprendemos, como processamos a informação, e esta Lua é também uma oportunidade para refletir na qualidade da informação que andamos a consumir e na nossa capacidade de a reter para depois a passar ao outro, partilhá-la fazê-la circular…</p>
<p style="text-align: left;">Parece pouca coisa, mas… se não soubermos comunicar connosco mesmas como é que alguma vez seremos capazes de saber as nossas reais necessidades? O que realmente precisamos?</p>
<h5>Auto-Cuidado</h5>
<p style="text-align: left;" align="JUSTIFY">Fala-se muito de auto-cuidado nestes dias, que temos que saber cuidar de nós, colocar-nos em primeiro lugar, mas torna-se muito difícil colocar as nossas necessidades em primeiro lugar, se o nosso diálogo interno insistir em que não somos merecedoras, ou em que temos que provar algo aos outros, a crença de que se abdicarmos do nosso tempo e espaço seremos finalmente merecedoras de atenção e amor. Então numa Lua Nova, dedicada à comunicação, temos a oportunidade de invocar a capacidade de saber cultivar conversas interiores mais gentis, bondosas e inteligentes.</p>
<p style="text-align: left;" align="JUSTIFY">Como andamos a cuidar dos nossos diálogos internos?, daquelas frases repetitivas, semiconscientes que fazem prevalecer padrões de auto-sabotagem e punição?</p>
<p style="text-align: left;">Com a energia de Gémeos, podemos aproveitar para trazer equilíbrio a esses diálogos. Não se trata de suprimir a voz da crítica interna, ou mandar calar a mãe castradora e outras que tais, mas sim argumentar com elas, criar um debate saudável, para que estas personagens que criámos num instinto de auto sobrevivência no nosso passado ( ou que herdamos das mulheres da nossa linha ancestral ), possam saber que a sua verdade não é a única, que talvez estejam a defender pontos de vista ultrapassados. É preciso educá-las, fazê-las entender que há mais escolhas, mais possibilidades.</p>
<p style="text-align: left;">É tão importante aprender a comunicar com a nossa mente quanto aprender a ler e respeitar as nossas emoções.<br />
Este é o caminho para uma comunicação mais empática e amorosa para connosco, com as nossas relações mais próximas e toda a nossa comunidade alargada, o caminho verdadeiro do auto-conhecimento e da auto-observação.</p>
<h5>Os benefícios da escrita expressiva</h5>
<p style="text-align: left;" align="JUSTIFY">No seu livro <em>Expressive Writing</em>, o investigador James Pennebaker explica como é que a escrita expressiva, praticada diariamente, pode ajudar pacientes em stress pós-traumático a terem uma melhora significativa dos seus sintomas em poucos dias. Durante anos, James conduziu um estudo com apoio dos seus alunos universitários, sobre a prática da escrita diária em pacientes com transtornos mentais, e descobriu que escrever sobre as nossas emoções pode melhorar a nossa saúde física e mental.</p>
<p style="text-align: left;" align="JUSTIFY">No entanto como eu já previa, nem todas as pessoas beneficiam da escrita expressiva, através do seu estudo James pôde constatar que a escrita terapêutica tem algumas regras que implicam o uso de palavras que expressam uma quantidade generosa de: emoções positivas e o uso moderado de expressões negativas, o aumento de palavras cognitivas e alterações aos pronomes, de “me” e “ele/ela” para “eu” e “nós”, James descobriu que as pessoas que beneficiam da escrita expressiva, expressam mais otimismo, reconhecem eventos negativos e estão a construir uma história que dá significado à sua experiência, possuindo a capacidade de mudar de perspetiva enquanto escrevem.</p>
<p style="text-align: left;" align="JUSTIFY">Escrevi toda a minha adolescência até aos 22, uma escrita intuitiva e criativa, voltei a escrever diariamente aos 30 por uma necessidade básica, tinha mudado para o interior de Portugal e precisava de falar com alguém sobre as mudanças radicais que estavam a acontecer na minha vida, não querendo passar longas horas ao telefone com amigas, comecei a fazer dos meus cadernos uma espécie de muro de lamentações, às vezes lá acontecia uma escrita mais interessante e criativa como nos anos áureos da minha busca espiritual, mas a grande maioria eram apenas desabafos, uma espécie de saco onde ia colocando pensamentos soltos e diálogos internos persistentes, naquela altura andava à procura de um lugar de pertença e o caderno era a minha testemunha. Percebi aos 33 que este lugar de pertença que nunca mais chegava não era um lugar físico, mas sim um lugar interno, de enraizamento e conexão com os ciclos da vida/morte/vida e da natureza, a única coisa constante no nosso mundo sempre em mutação.</p>
<p style="text-align: left;" align="JUSTIFY">Seguindo parâmetros parecidos com os de James, fui-me treinando ao longo dos anos a aproveitar melhor o meu encontro diário com o meu caderno, o curso a Arte de Tecer a Vida (<a href="https://anaalpande.com/arte-de-tecer-a-vida/cursos-arte-tecer-vida/arte-de-tecer-a-vida/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">ver link</a>), trouxe-me a par dos <a href="https://anaalpande.com/arte-de-tecer-a-vida/formas-elementares/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">objetos de poder</a>, exercícios de escrita que passei a utilizar conforme as minhas necessidades e a usar em consultas com os meus clientes de Astrologia. Foi também nessa altura que comecei a seguir os ciclos da Lua, e utilizar a <a href="https://anaalpande.com/como-fazer-as-tuas-mandalas-para-estudares-o-teu-ciclo-lunar-e-solar/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">mandala lunar</a> como “desculpa” para regressar ao meu caderno todos os dias, um gesto simbólico de regressar a casa, à minha casa interna e de regar e fertilizar o meu terreno interno.</p>
<h5 style="text-align: left;" align="JUSTIFY">Todos os dias ofereço-me a oportunidade de direcionar o meu olhar para o meu sentir, em vez de ir para onde a mente manda.</h5>
<p style="text-align: left;" align="JUSTIFY">Todos os dias ofereço-me a oportunidade de estar em relação comigo mesma e com o que acontece à minha volta, o foco, por momentos, deixa de ser o “eu” passa a ser o “nós”, o que aprendi com a minha prática, foi que o verdadeiro auto-conhecimento não acontece só porque me auto examino até a exaustão, o auto-conhecimento ocorre quando cultivo a capacidade de me observar em relação com o mundo que me rodeia e a partir daí auto-educar-me, com o mesmo amor e compreensão com que acompanho e educo o meu filho e todas as crianças com quem tive a honra de trabalhar.</p>
<p style="text-align: left;" align="JUSTIFY">A escrita é a minha testemunha, o meu lugar dentro dos hábitos nossos do dia-a-dia, para parar com o burburinho da mente e entrar num diálogo honesto, profundo empático comigo mesma, o mesmo tipo de espaço e comunicação que idealmente se faz presente numa sessão terapêutica. Sem julgamentos, sem chicote quando falho um dia ou vários. O meu caderno não me cobra nada, está ali incondicionalmente, aconteça o que acontecer faça as asneiras que fizer ele está sempre pronto para me receber e ouvir.</p>
<h5 style="text-align: left;" align="JUSTIFY">Quem sabe esta Lua Nova possa ser o ponto de partida para estreares um novo caderno, ou regressares ao antigo?</h5>
<p style="text-align: left;" align="JUSTIFY">Nota: A fluidez não vem logo, como tudo na vida requer tempo, prática e persistência, os frutos&#8230; esses já estão bem documentados entre terapeutas e cientistas e acima de tudo ( o mais importante para mim) pela experiência empírica.</p>
<p style="text-align: left;" align="JUSTIFY">Desejo-vos boas e ricas conversas internas durante esta Lua.</p>
<p style="text-align: left;" align="JUSTIFY">Com carinho</p>
<p style="text-align: left;" align="JUSTIFY">Ana Alpande</p>
<p style="text-align: left;" align="JUSTIFY">Se te identificas com que acabaste de ler, talvez queiras assinar a minha newsletter mensal. A cada Lua Cheia eu envio um e-mail com novidades e inspiração e uma mandala lunar referente ao mês seguinte para imprimires e seguires o teu ciclo lunar.<br />
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		<title>Proteção energética &#8211; Defesa ou acolhimento. Uma simples questão de semântica que pode mudar a forma como cuidas do teu campo energético</title>
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		<dc:creator><![CDATA[anaalpande]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 May 2018 17:55:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[arte de tecer a vida]]></category>
		<category><![CDATA[Auto-observação]]></category>
		<category><![CDATA[vida ciclica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Proteção Energética. Defesa ou acolhimento &#8211; Uma simples questão de semântica que pode mudar a forma como cuidas do teu campo energético Quanto mais empática a pessoa, mais dificuldade em aceitar e perceber a necessidade de se proteger. Na verdade eu própria resisti muitas vezes a &#8220;proteger-me&#8221; dos outros, fosse com que técnica fosse. Sempre</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading"><strong><span style="color:#b27e4c" class="has-inline-color"></span></strong></h2>



<h5 class="wp-block-heading"><span style="color:#b27e4c" class="has-inline-color"><strong>Proteção Energética</strong>.</span> <strong><span style="color:#b27e4c" class="has-inline-color">Defesa ou acolhimento</span></strong> &#8211; <strong><span style="color:#b27e4c" class="has-inline-color">Uma simples questão de semântica que pode mudar a forma como cuidas do teu campo energético </span></strong></h5>



<p><strong><span style="color:#b27e4c" class="has-inline-color"></span>Quanto mais empática a pessoa, mais dificuldade em aceitar e perceber a necessidade de se proteger.</strong> Na verdade eu própria resisti muitas vezes a &#8220;proteger-me&#8221; dos outros, fosse com que técnica fosse. Sempre o fiz, porque sempre sofri no corpo físico e não só as consequências de não o fazer, mas nunca o aceitei nem compreendi completamente, talvez por isso nunca tenha sentido uma real eficácia nos métodos que utilizava.</p>



<p><strong>O que é que é isto de proteger? Do que é que eu tenho de me protejo afinal?</strong></p>



<p>Existem muitos e bons argumentos que insistem que devemos proteger a nossa energia e o nosso espaço anímico.&nbsp; Para a maioria de nós, ao nos protegermos estamos a defender-nos de alguma coisa.</p>



<p>Mas a grande verdade é que pessoas com um nível alto de empatia, naturalmente &#8220;acodem&#8221; energeticamente pessoas, criaturas, almas, plantas que estejam em dor e sofrimento, afinal faz parte naturalmente do pacote de se ser empático, mas a grande lição que precisamos aprender é que<strong> cada Alma (encarnada ou não), merece a dignidade de caminhar pelos seus próprios pés</strong>.</p>



<p>Quando eu me perco de mim e entro pelo outro adentro, ou quando permito que o outro se perca de si em mim, ou ainda quando permito que alguém me invada, me retire aquilo que é vital para mim, estou no fundo a assumir o papel de salvadora ou de mártir (atenção que às vezes pode ser mais complicado e bem mais complexo, por favor não generalizem). O importante é relembrarmo-nos que, cada um precisa percorrer o seu caminho para chegar à sua mestria pessoal.</p>



<p>Então, aceitar o nosso papel, estarmos cientes do nosso espaço e dos nossos limites é essencial para termos uma boa higiene energética, de outra forma, podemos estar a fazer um esforço infrutífero ou a cair no extremo oposto que é fecharmo-nos com medo de qualquer coisa que nos &#8220;destabilize&#8221;. Para que eu me destabilize eu preciso me identificar e acionar a crença de que sou de alguma forma responsável.</p>



<p>E repito: <strong>toda a Alma (encarnada ou não), merece a dignidade de caminhar pelos seus próprios pés. </strong> Muitas de nós construímos os alicerces da auto-estima assentes na crença de que temos a missão de ajudar, de resolver problemas, de impedir que as pessoas à nossa volta sofram, e como vivemos num mundo cheio de dor, carregamos a dor do mundo, porque no nosso inconsciente existe uma crença profunda de que esse é o nosso papel.</p>



<p>Será que é mesmo?</p>



<p>Eu&nbsp; já não acredito nisso.</p>



<p>Acredito que empatia pode coexistir e caminhar lado a lado com: liberdade, confiança nas capacidades dos outros, entrega, confiança na sabedoria da própria vida cíclica e acima de tudo com a sabedoria de que às vezes a dor é o caminho para a salvação e saber estar ao lado de quem sofre sem querer resolver, retirar ou ter pena, pode ser extremamente curador para ambas as partes (não digo que fácil, atenção).</p>



<p>Então se formos ao dicionário procurar a palavra proteção, veremos que para além de defender, ela também simboliza, acolher, conter, dar guarida.</p>



<p>Quando me protejo, eu contenho o meu ego, dou-lhe um lugar a partir do qual ele pode se relacionar com o mundo de forma saudável,&nbsp; acolho e resguardo a minha energia, pois ela não é infinita, também ela precisa de se regenerar, protejo o meu espaço interno, aquele que me permite ter foco e a atenção necessária para ouvir a voz da minha intuição, aquela que sabe quando ajudar e dar a mão e quando confiar que o outro é capaz de se reerguer sozinho.</p>



<p><strong>Proteger o meu espaço anímico para além de um ato de amor próprio é também um ato de humildade.&nbsp;</strong></p>



<p>Todos os terapeutas que conheço, que com sucesso ajudam o outro,&nbsp; cultivam com todo o carinho do mundo o seu espaço anímico, cuidam dele como se fosse um jardim pois sabem que é a única forma de serem realmente eficazes na sua missão.</p>



<p>Para além do post da Cristina também fiz um video com um pequeno exercício, que pratico há muitos anos, porque há alturas em que estamos naturalmente mais abertas, mais recetivas e mesmo com todos os cuidados de proteção e higiene energética acabamos por nos sentir &#8220;atacadas&#8221; ou&nbsp; esgotadas e assoberbadas. Nessas alturas, faço o exercício do vídeo que aqui partilho. Simples simples e muito eficaz, experimentem.&nbsp; Para além de limpar e conter o nosso campo energético, também vasculariza o cérebro e promove a circulação de oxigénio por todo o corpo.</p>



<p>Video &#8211; <a href="https://youtu.be/Qb1uoehWh9o" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://youtu.be/Qb1uoehWh9o</a></p>



<p>Fez-vos sentido esta reflexão?</p>



<p>Partilhem.</p>



<p>Abraço com carinho</p>



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		<item>
		<title>Os nossos ancestrais sonham o nosso futuro</title>
		<link>https://anaalpande.com/os-nossos-ancestrais-sonham-o-nosso-futuro-re-ligando-os-fios-da-pertenca-activando-o-fogo-da-criatividade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[anaalpande]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 May 2018 18:48:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[arte de tecer a vida]]></category>
		<category><![CDATA[Auto-observação]]></category>
		<category><![CDATA[eco-espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[mito da heroína]]></category>
		<category><![CDATA[vida ciclica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>OS NOSSOS ANCESTRAIS SONHAM O NOSSO FUTURO Para poder escrever neste blogue todas as semanas artigos que acrescentem algo ao nosso dia-a-dia, que inspirem reflexão e insight, eu própria preciso de ler bastante e de criar espaço dentro de mim para refletir sobre o que leio, para mastigar e digerir a informação. Um dos livros</p>
<p>O conteúdo <a href="https://anaalpande.com/os-nossos-ancestrais-sonham-o-nosso-futuro-re-ligando-os-fios-da-pertenca-activando-o-fogo-da-criatividade/">Os nossos ancestrais sonham o nosso futuro</a> aparece primeiro em <a href="https://anaalpande.com">Ana Alpande</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4 style="text-align: left;">OS NOSSOS ANCESTRAIS SONHAM O NOSSO FUTURO</h4>
<p style="text-align: left;">Para poder escrever neste blogue todas as semanas artigos que acrescentem algo ao nosso dia-a-dia, que inspirem reflexão e insight, eu própria preciso de ler bastante e de criar espaço dentro de mim para refletir sobre o que leio, para mastigar e digerir a informação.</p>
<p style="text-align: left;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignleft size-medium wp-image-3126" src="https://anaalpande.com/wp-content/uploads/2018/05/dreamingworldwasformlessinpastancestorsroamedtheearth.jpg?w=300" alt="Dreaming+World+was+formless+In+past+ancestors+roamed+the+earth" width="300" height="225" />Um dos livros que ando recentemente a ler e que me foi recomendado pela minha querida amiga e companheira de viagem na <a href="https://anaalpande.com/arte-de-tecer-a-vida/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Arte de Tecer a Vida</a>, Susan Merrill, é o livro: <em>Sacred Instrucions</em> da autora Sherri Michell.</p>
<p style="text-align: left;">A Sheri vive em Maine nos EUA e <strong>pertence</strong> a uma tribo de índios norte-americanos, o povo original daquela região. Eu tenho saboreado este livro bem devagar, ao falar da diáspora do seu povo, das suas crenças e da sua mitologia tão ligada à Terra, a Sherri tem-me feito pensar nos laços que nos unem a todos, e acima de tudo nos laços que me unem à minha terra e aos meus ancestrais.</p>
<p style="text-align: left;">Na Astrologia é a casa 4 e a Lua que me dizem como me relaciono com os meus ancestrais, o elemento do signo que abre a casa 4 pode indicar como me relaciono e  posso comunicar com a minha linhagem ancestral, pode dar pistas junto com outros elementos do mapa do meu papel na cura da minha linhagem ancestral.</p>
<p style="text-align: left;">No livro de que falo, a Sherri conta a história de uma amiga que ao repatriar os ossos de um ancestral, foi visitada pelo seu espírito e este disse-lhe que os ancestrais estavam ao seu lado sonhando-a no futuro; os seus ancestrais tinham vivido por ela, morrido por ela e agora estavam a sonhar por e para ela.</p>
<p style="text-align: left;">Isto ressoou tão fundo dentro de mim! Pensei nos laços de amor que me unem ao meu pai, à minha avó e avô, aos meus tios, e fez-me todo o sentido. O meu Pai partiu quando eu tinha 13 anos e no momento que soube da notícia tive uma rasgo de sobriedade onde foi mesmo essa a mensagem que me chegou, ele iria se juntar ao meu anjo da guarda e guardar o meu futuro, sonhar o meu futuro comigo. Durante toda a minha adolescência senti a sua mão protetora, como uma presença discreta.</p>
<p style="text-align: left;">No entanto, a Sherri refere-se não só aos parentes mais próximos  mas a toda a uma linhagem, a uma tribo. E isso confesso que é novo para mim. Até há uns 8 anos eu não pensava assim tanto em genealogia, agora faz-me todo o sentido, todo!</p>
<p style="text-align: left;">Trabalho com muitas mulheres onde o condicionamento genealógico se vê, se sente e é um grande tema de vida. Vejo muitas vezes com emoção curas espontâneas que abrangem tantas ramificações que de facto nos põem a pensar nesta ilusão que temos, de que estamos separadas, de que as consequências dos nossos actos afectam apenas o imediato, um espectro limitado de anos ou apenas uma ou duas gerações.</p>
<p style="text-align: left;">Esta na verdade parece-me a grande diferença entre nós e os povos indígenas. Eles sentem-se ligados a todas as gerações que já vieram e às que hão-de-vir, ao passo que nós normalmente andamos duas gerações para trás e duas para a frente.</p>
<p style="text-align: left;">É este sentido de pertença que tanto me atraí, e vejo tantas vezes no vazio, fragmentos isolados de uma memória genealógica perdida,  tantas vezes espelhado nos mapas das Senhoras da Teia da Vida que me procuram, tantas vezes ligados aos nodos lunares, a Plutão, a Vénus e à Lua.</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">É esta vontade de nos trazermos de volta, de nos sentirmos inteiras em nós mesmas e ligadas ao Todo que nos faz a todas, partilharmos esta viagem juntas e estarmos aqui para nos ensinarmos e inspirarmos umas às outras.</p>
<p style="text-align: left;">Mas este livro fala ainda de um outro elemento sobre o qual tenho me debruçado há bastante tempo, e sobre o qual vou falar no círculo de astrologia sobre os elementos.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>O Fogo</strong>, na Astrologia o fogo é o senhor do estado criativo puro, das imagens que dão origem à manifestação. Seja nas qualidades de Carneiro, Leão ou Sagitário, cada um destes signos é motivado por uma qualidade de imagem, ou de sonho criativo, a acção  propulsora tem como origem uma imagem, um sonho. Este é o tipo de sonho que o ancestral da amiga da Sherri se referia, os nossos ancestrais sonham-nos através do fogo. E nós? Com o que é que sonhamos?</p>
<p style="text-align: left;">Como vocês sabem eu vivo numa região de fogos, todos os anos vejo na 1ª pessoa o resultado devastador de um fogo descontrolado, e tenho pensado muito na força do fogo tenho prestado redobrada atenção ao fogo dentro de mim e ao fogo que me é dado a observar nas pessoas com que me relaciono. A minha conclusão é que temos cada vez mais medo de sonhar. Talvez porque as previsões para o futuro não sejam animadoras, e se não são animadoras não nos atrevemos a sonhar longe, e se não nos atrevemos a sonhar longe tomamos decisões a curto prazo, e esta bola de neve rapidamente se irá desfazer contra uma parede de fogo, pois o fogo sendo energia pura, se não encontra um mestre que o domine, começa ele próprio a dominar, a alimentar-se dos medos dos homens e quanto mais medo temos, mais incontrolável fica esta força no astral.</p>
<p style="text-align: left;">Assim como o fogo, a imaginação também é uma força poderosa que sem mestre se pode tornar incontrolável (os ataques de ansiedade são fruto de uma imaginação descontrolada), na verdade a imaginação é filha do fogo. Primeiro imagino e depois parto para a acção. Primeiro criamos uma imagem, trazemo-la para o campo da possibilidade, respirando vida para dentro do corpo da possibilidade , até lhe dar forma, e assim a obra nasce.</p>
<p style="text-align: left;">Durante séculos estas imagens eram mantidas vivas através das histórias, passadas de geração em geração. Hoje em dia parece-me que uma nova mitologia está a nascer, não separada mas filha das antigas mitologias. Há novas histórias que precisam ser contadas, há sonhos que os nossos ancestrais estão a sonhar por nós que precisam da nossa criatividade para poderem ver a luz do dia, para se poderem revestir de matéria e nós precisamos escutar as suas vozes. Nós precisamos de unir os nossos sonhos aos deles.</p>
<p style="text-align: left;">Acredito cada vez mais que o futuro da nossa espécie depende disso.</p>
<p style="text-align: left;">Então parece-me que aprender a sonhar em conjunto é muito importante.</p>
<p style="text-align: left;">Dar voz às novas histórias, a novas imagens também.</p>
<p style="text-align: left;">Como podemos sonhar o futuro da raça humana? Como podemos sonhar com os nossos ancestrais o futuro da nossa existência? Como podemos oferecer o lugar do medo ao Amor?</p>
<p style="text-align: left;">Estas são as perguntas do futuro! E estas são perguntas bem uranianas acredito que nesta passagem por Touro este sonho dos ancestrais está a pedir a Terra de Touro e o ideal (que vem de ideia) de Úrano. Este é um tempo de respirar (Ar) para o sonho, dar-lhe vida (matéria).</p>
<p style="text-align: left;">Vamos sonhar juntas (os), vamos criar juntas (os).  Nós somos a ponte entre o passado e o futuro das gerações que virão!</p>
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		<title>Criar tempo e espaço para  as nossas mamas</title>
		<link>https://anaalpande.com/cuidar-dos-seios-de-dentro-para-fora-criar-tempo-e-espaco-para-estar-com-as-nossas-mamas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[anaalpande]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Oct 2017 15:45:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[arte de tecer a vida]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Criar tempo e espaço para as nossas mamas. Cuidar dos seios de dentro para fora. Criar tempo e espaço para as nossas mamas, honrá-las, observá-las, massajá-las é cuidar da nossa saúde física e emocional. Se eu escrever a palavra &#8220;breast&#8221; no google e procurar por imagens, quase todas as imagens que aparecem são: ou sobre</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h5 class="wp-block-heading">Criar tempo e espaço para as nossas mamas. Cuidar dos seios de dentro para fora.</h5>


<p style="text-align: left;">Criar tempo e espaço para as nossas mamas, honrá-las, observá-las, massajá-las é cuidar da nossa saúde física e emocional.</p>
<p style="text-align: left;">Se eu escrever a palavra &#8220;breast&#8221; no google e procurar por imagens, quase todas as imagens que aparecem são: ou sobre o cancro da mama, ou imagens sexualizadas de mulheres.</p>
<p style="text-align: left;">Se eu escrever a palavra mama no google, a maioria das imagens serão sobre amamentação ou cancro da mama.</p>
<h5 style="text-align: left;">Hoje falamos de mamas, o facto de ser Outubro é pura coincidência&#8230; ou não&#8230;</h5>
<p style="text-align: left;">Segundo Maria Gimbutas, as primeiras imagens com seios surgiram na Europa, no Paleolítico, e estavam relacionadas com a Deusa Pássaro que representava a<strong> fonte divina de alimento</strong> (leite/chuva), e a <strong>capacidade de gerar Vida.</strong></p>
<p style="text-align: left;">Os seios eram representados não apenas em figuras, mas também em <a href="https://anaalpande.com/arte-de-tecer-a-vida/formas-elementares/">amuletos</a>, pendentes com dois pares generosos de mamas.</p>
<h5 style="text-align: left;">As mamas são de facto muito importantes, elas são as almofadas do nosso chakra cardíaco, sendo os mamilos as suas antenas.</h5>
<p style="text-align: left;">É através dos nossos seios que damos e recebemos energia e é através do nossos mamilos que somos estimuladas pela vida, não apenas de forma erótica, mas por tudo aquilo que nos dá prazer.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>As mamas são símbolos de amor</strong>, de dar e receber amor, e de estarmos abertas ao milagre que é a criação. De todas as Deusas da velha Europa, a Deusa Pássaro foi sempre a que mais me fascinou, o seu culto era muito popular na época Minoica.</p>
<p style="text-align: left;">Então no mês de Outubro fala-se sobre a prevenção do cancro da mama, é óbvio que é importante pensarmos em prevenir doenças, mas <strong>a maior prevenção de todas é sem dúvida saber criar tempo e espaço para ouvir o nosso corpo e tomar conta de nós mesmas</strong>. E as mamas são maravilhosas porque entre a esquerda e a direita elas equilibram a medida certa entre o dar e o receber e toda a bagagem emocional e espiritual que trazemos que torna este processo mais ou menos difícil.</p>
<h5 style="text-align: left;">Eu acredito em honrar o corpo.</h5>
<h5 style="text-align: left;">Criar tempo e espaço para as nossas mamas.</h5>
<p style="text-align: left;"><strong>Acredito que ao tocar os meus seios devo fazê-lo porque os amo e me amo, e não porque tenho medo deles.</strong> Acredito também que ter medo dos seios não é um bom caminho para prevenir doenças relacionadas com os mesmos. E todas nós de uma forma ou outra temos feridas, dores e memórias que precisam ser sanadas para termos saúde física, emocional e espiritual e nos podermos relacionar com a mamas de forma saudável.</p>
<p style="text-align: left;">Primeiro há que curar as feridas emocionais que estão alojadas no nosso tecido mamário, só depois podemos tocar e examinar os nossos seios, sem que isso se torne num castigo, ou num ato de medo.</p>
<p style="text-align: left;">A nível físico muito já se escreveu sobre a saúde dos seios, eu recomendo a leitura dos seguintes links:</p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://www.drnorthrup.com/stop-pinkwashing-start-encouraging-breast-health/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">http://www.drnorthrup.com/stop-pinkwashing-start-encouraging-breast-health/</a></p>
<p style="text-align: left;">e</p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://www.drnorthrup.com/transforming-breast-self-exam/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">http://www.drnorthrup.com/transforming-breast-self-exam/</a></p>
<p style="text-align: left;">Tanto um como o outro abordam a saúde mamária, falam sobre o significado dos seios no nosso corpo emocional, sobre prevenção de doenças, suplementos a tomar, cuidados com a alimentação e uma abordagem alternativa à apalpação dos seios. É uma abordagem muito diferente,  quem conhece a Dra. Christiane Northrup, pode imaginar.</p>
<p style="text-align: left;">A mim o que me atrai mais nesta abordagem, é que ela passa do medo para o Amor, e eu sei e tenho a certeza que <strong>onde há Amor puro, não há doença</strong>. Então passar do medo para o Amor é o primeiro passo tanto para prevenir, como para curar qualquer  desequilíbrio.</p>
<h5 style="text-align: left;">Também existe esta dimensão arquetípica dos seios.</h5>
<p style="text-align: left;">Os arquétipos são as pontes entre o nosso mundo e o mundo espiritual. Como falei no início, os seios eram usados no Paleolítico como amuletos e estavam diretamente relacionados com a Deusa Pássaro, aquela que gerava a Vida e que nutria a Vida.</p>
<p style="text-align: left;"><a href="https://anaalpande.com/astrologia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Na astrologia</a>, os seios estão relacionados com a Lua, com a Alma, com o afeto, a recetividade, a casa emocional. Algumas de nós tivemos uma figura materna ausente, outras sofreram um corte drástico com a figura materna, outras sentiram-se mães demasiado cedo, não tendo recebido todo o amor e calor tão importantes à formação do Eu.</p>
<p style="text-align: left;">Há ainda a questão do espaço emocional e de nos sentirmos ou não invadidas no nosso espaço. Há muitas questões que podem acumular mágoas à volta do nosso tecido mamário.</p>
<h5 style="text-align: left;">Honrar os meios seios através da arte. Outra forma de criar tempo e espaço para as nossas mamas.</h5>
<p style="text-align: left;">Trazendo todas estas questões para o meu dia-a-dia e inspirada pelo amuletos do paleolítico, eu quis <strong>entrar em contacto com o tecido emocional e espiritual dos meus seios,</strong> e decidi fazer um pequeno amuleto onde eu pudesse moldá-los, amá-los e curá-los e recomendo este exercício a todas as mulheres.</p>
<p style="text-align: left;"><img decoding="async" class="wp-image-2673  alignnone" title="Cuidar_dos_seios_deusa_pássaro" src="https://anaalpande.com/wp-content/uploads/2017/10/20171012_120621-260x300.jpg" alt="20171012_120621" width="298" height="344" /></p>
<p style="text-align: left;">É simples, na verdade, basta comprar pasta de modelar, fazer uma grande bola com ela, e com a almofada da mão dar um golpe no meio da bola, criando uma divisão, onde se poderá começar a trabalhar seio esquerdo e direito. Sugiro que usem um cristal no meio para representar o chakra do coração (lembro que é ele que rege os seios) e dois cristais pequenos para os mamilos. Eu decorei o meu amuleto com fios com cores e texturas, vocês podem deixar só com os cristais ou usar outros métodos de decoração.</p>
<h5 style="text-align: left;"><a href="https://anaalpande.com/lua-nova-em-escorpiao-a-que-guarda-a-chave-da-porta-da-verdade-interior/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Ritual de Lua Nova</a></h5>
<p style="text-align: left;">A próxima Lua Nova em Escorpião traz (pela sua natureza) uma energia de transmutação que poderá facilitar o processo de ouvir as feridas emocionais dos nossos seios. Também pode ser boa ideia fazer este exercício em círculo com outras mulheres, uma vez que pode trazer ao de cima dores que vão precisar de colo e aconchego, e como as mamas falam da nossa relação com a Mãe Divina, ter mulheres do nosso lado com quem podemos chorar e a quem podemos entregar-nos pode ser extremamente curador.</p>
<p style="text-align: left;">Óbvio que este assunto tem pano para mangas e que há muitos padrões emocionais que poderão causar desequilíbrio aos nossos seios, mas&#8230;</p>
<h5 style="text-align: left;"><strong>Criar tempo e espaço para as nossas mamas.</strong></h5>
<p style="text-align: left;">Para honrá-las, observá-las massajá-las, cuidar da nossa saúde emocional, do nosso espaço, do equilíbrio entre dar e receber, é muito importante não só para prevenir doenças, mas principalmente para podermos viver a Vida em plenitude.</p>
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		<title>T.P.M. &#8211; Termómetro Periódico Menstrual da nossa Verdade Interior</title>
		<link>https://anaalpande.com/t-p-m-termometro-periodico-menstrual-da-nossa-verdade-interior/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[anaalpande]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Sep 2017 09:44:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[arte de tecer a vida]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>T.P.M. &#8211; Termómetro Periódico Menstrual da nossa Verdade Interior Sofres de TPM? Desde sintomas leves a mais severos, todas já experimentámos o tal síndrome de tensão pré-menstrual. Provavelmente habituámos-mos a tomar comprimidos, ou a aceitar os sintomas como &#8220;normais&#8221;, parte da condição daquilo que é ser Mulher. Mas e se esses sintomas forem o sistema</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h5 style="text-align: left;"><strong>T.P.M. &#8211; Termómetro Periódico Menstrual da nossa Verdade Interior</strong></h5>
<p style="text-align: left;">Sofres de TPM?</p>
<p style="text-align: left;">Desde sintomas leves a mais severos, todas já experimentámos o tal síndrome de tensão pré-menstrual. Provavelmente habituámos-mos a tomar comprimidos, ou a aceitar os sintomas como &#8220;normais&#8221;, parte da condição daquilo que é ser Mulher.</p>
<p style="text-align: left;">Mas e se esses sintomas forem o sistema natural e intrínseco de auto-exame do nosso estado físico, anímico e espiritual?</p>
<p>E se esses sintomas forem o Termómetro Periódico Menstrual da Nossa Verdade Interior?</p>
<p style="text-align: left;">Segundo a autora Miranda Grey, a fase Pré-Menstrual é a chamada <strong>fase Criativa</strong>, onde vamos sentir as nossas energias, foco e capacidade de organização decrescer, e começamos a entrar em contacto com o nosso subconsciente.</p>
<p style="text-align: left;">Na Astrologia este é o domínio da casa 8. E na verdade é nesta fase do ciclo que estamos mais propensas a olhar para a nossa casa 8 ou o para o nosso Plutão Natal de forma mais clara e verdadeira, sem filtros, sem querer ou poder controlar o que de lá vem.</p>
<p style="text-align: left;">Mas talvez a maior questão que se coloca quando estamos na fase criativa ou Fase Pré-Menstrual, é que é nesta fase em que normalmente parece que nos voltamos contra nós mesmas. É aqui que temos a tendência para prevaricar ou voltar a padrões que já tínhamos abandonado. É aqui que as nossas mamas nos dizem se o equilíbrio entre dar e receber está Ok ou se está a pender mais para um lado do que para o outro, que o nosso útero nos avisa se andamos a acumular demasiada energia em casa, ou se o nosso espaço sagrado precisa de ser protegido.</p>
<p style="text-align: left;">Para mim em termos de saúde feminina esta é a fase do ciclo onde podemos perceber como está o nosso corpo e como estão as nossas emoções, e claro se estivermos atentas, com que tipo de energias e emoções andamos a lidar.</p>
<h5 style="text-align: left;">Hoje em dia fazemos muitos exames de diagnóstico para prevenir doenças, mas todos os meses o nosso corpo oferece-nos um olhar verdadeiro e profundo ao nosso estado físico, anímico e espiritual.</h5>
<p style="text-align: left;">E o ideal mesmo era usarmos exames externos para aprofundar os exames que fazemos internos, dando-lhes um papel coadjuvante e não determinante, porque a Verdade vem sempre de dentro!</p>
<p style="text-align: left;">Eu escrevo nesta fase, muito. Às vezes faço perguntas ao meu inconsciente e mesmo que ele não me responda nessa altura, um mês mais tarde a resposta chega.</p>
<p style="text-align: left;">Em termos criativos é muito engraçado, porque nesta fase começo muitas coisas e todas me parecem mal, passado um mês volto a elas e percebo tudo, vejo exatamente o que tenho de fazer para seguir em frente, como etc. Embora seja durante ou depois da menstruação que eu realmente passo à ação.</p>
<p style="text-align: left;">Mas durante muitos anos era nesta fase que rasgava, queimava e desmanchava trabalhos numa frustração incrível de não conseguir me expressar. Hoje em dia aprendi a começar e guardar sem julgamentos!</p>
<p style="text-align: left;">Para mim nesta fase, o <strong>exercício</strong> é muito importante. Com tanta energia emocional a passar pelo meu corpo, tanta tensão e informação, preciso de actividade física para me <strong>equilibrar</strong>.</p>
<p style="text-align: left;">Muitas vezes sinto a minha adolescente bem presente. Vejo-a sentada no chão a fumar um cigarro e a escrever no caderno preto, zangada, frustrada e meio perdida. <strong>É nesta altura que tenho uma janela de oportunidade para falar com ela, para a entender e apoiar.</strong></p>
<h5 style="text-align: left;">É tão bonito este processo, estas oportunidades cíclicas que temos de poder ir ao fundo de nós e iluminar áreas da nossa psique que por norma nos estão veladas!</h5>
<p style="text-align: left;">E vocês? Como vivem a vossa TPM? Partilhem gostava mesmo de saber é nesta partilha circular que todas crescemos.</p>
<p style="text-align: left;">Com carinho</p>
<p style="text-align: left;">Ana</p>
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