Lua Cheia 29 de Abril, eixo Escorpião/Touro – revelar para transmutar

Quando comecei a estudar Astrologia, esta era “A” Lua Cheia, o grande festival de Wesak, também chamada de a grande Lua Cheia de Buda. Na minha escola, esta Lua Cheia era altamente antecipada, e considerada uma das mais poderosas do ano.

Durante os anos em que estudei Astrologia, trabalhei simultaneamente em turismo, e lembro-me de como ficava chateada quando estava em viagem durante esta efeméride e por isso não poder participar das poderosas meditações de Lua Cheia da Maria Flávia Monsaraz (uma pioneira na prática e no ensino da Astrologia em Portugal).

Lembro-me de dois anos, em que celebrei esta Lua Cheia sozinha em frente à janela do meu quarto de hotel, fazendo as minhas orações, pedindo luz e cura para os meus processos individuais, mas acima de tudo, luz e cura para a Humanidade.

O festival de Wesak é o festival de Buda, e no esoterismo Buda representa a ponte entre a grande Hierarquia planetária e a Humanidade. Para mim ele representa a iluminação, a encarnação da compaixão e da realização espiritual na Terra. Então muitos chamam a esta Lua Cheia a Lua da Iluminação.

E de facto o eixo Touro/Escorpião fala-nos de poder e prazer. Do corpo e das forças subconscientes que animam o corpo e fazem-no funcionar. Fala-nos da relação entre corpo físico e corpo astral. De nascimento/morte/renascimento, da luz que ilumina a matéria e das sombras

E esta Lua Cheia de 29 de Abril é regida por Plutão que está retrogrado acompanhado por Jupiter e Saturno. Ou seja….no pico da luz é bem provável que estejamos todas a ser confrontadas com as pontas soltas que ficaram por rematar. Como se no início deste ano com os eclipses tivéssemos sentido uma espécie de conclusão, de resolução de problemas e agora com estes três planetas retrógrados apoiados com a Lua Cheia mais cirúrgica do ano, estejamos a perceber que afinal o que parecia terminado ou resolvido não está tão resolvido assim e que talvez possa ter até nuances que nunca tínhamos percebido até agora. Sim esta é a Lua Cheia que tira os fantasmas do armário.

Esta Lua é muito especial porque tem o poder de iluminar aspetos da nossa psique que durante o resto do ano nos são veladas, mas também porque a luz que vem com ela Lua tem um forte poder transmutador.

No que é que realmente acreditas?

Onde é que te doí realmente? O que te prende?

Como é que escondes a tua luz? Porque é que escondes a tua luz.

O que te impede realmente de assumir o teu poder?

Desde a última Lua Nova, que temos vindo a sentir um desconforto crescente, dores sem razão aparente, emoções antigas e pesadas que podem não ter razão aparente de ser. É possível que daqui até à Lua Cheia estas sensações aumentem. Mas na Lua Cheia tu podes invocar a cura: cura de padrões, cura de mágoas, cura e transmutação de processos antigos. Esta Lua é mágica!

Para mim desde os meus 19 anos, que associo esta Lua à Grande Invocação da Fraternidade Branca. É uma oração cujos versos tocam-me fundo na alma, e como qualquer oração, poema, história ou canção, para mim é mais importante o que faz vibrar dentro de mim, do que a origem, se vem desta religião, daquela seita, daqui ou dacolá.

Quem ama palavras aprende a apreciá-las e a reconhecer o seu valor para além da sua origem, reconhece-as pelo que vibram, pelo que animam dentro do peito.

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Burning of Darkness 1924 – de Nicholas Roerich no Museu em Nova Iorque

Como inspiração para esta Lua Cheia deixo-vos:

A Grande Invocação

Do ponto de Luz na mente de Deus,
que flua Luz à mente dos homens,
e que a Luz desça à Terra.

Do ponto de Amor no coração de Deus
que flua amor ao coração dos homens,
que Cristo retorne à Terra.

Do centro onde a vontade de Deus é conhecida,
que o propósito guie as pequenas vontades dos homens,
propósito que os mestres conhecem e servem.

Do centro a que chamamos a raça dos homens
que se realize o plano de Amor e de Luz
e feche a porta onde se encontra o mal.

Que a Luz, o Amor e o Poder
restabeleçam o Plano Divino sobre a Terra hoje
e por toda a eternidade.

Amém

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Em Maio vou estar a dar consultas presenciais de Astrologia em Carcavelos nos dias 28 e 29 (vagas limitadas)

Consultas por Skype ou presenciais no meus estúdio nos dias 14 e 15 e 21 e 22

Mais informações aqui: https://anaalpande.com/astrologia/

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O que significa ser “empático” e o que fazer quando a empatia se torna “demais”.

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imagem retirada da internet

Hoje em dia fala-se imenso de empáticos e empatia.

 

O Ser Humano é empático por natureza, quando uma pessoa não é capaz de sentir empatia é porque tem um distúrbio psíquico, que pode até mesmo ter origem química.

Sim, investigadores descobriram que temos uns neurónios chamados neurónios espelho, e que esses neurónios são os responsáveis pela nossa capacidade de sentir empatia. Em algumas pessoas esses neurónios estão mais adormecidos, e noutras extremamente activos.

Hoje vamos falar sobre as pessoas que “sentem demais”, ou seja as que tem estes neurónios extremamente activos e cuja a capacidade de empatizar é levada a um extremo que pode muitas vezes parecer um distúrbio.

Uma pessoa no pico da escala de empatia, de certeza que não teve, ou não tem uma vida muito fácil.

Uma pessoa no pico da escala de empatia pode sentir que não tem pele, ou seja que toda a informação que recebe lhe chega diretamente à carne, sem filtro, sem proteção, como se estivesse exposta, aberta aos mais pequenos estímulos, cheguem eles através dos 5 sentidos ou de outras esferas mais internas.

E tudo, é muito para estas pessoas. Quando recebem emoções, informações negativas podem ficar completamente drenadas, mas quando recebem emoções posivitas absorvem-nas e irradiam-nas como se fossem candeeiros de luz.

Na astrologia há uma série de interações entre planetas que nos podem indicar o grau de empatia de uma pessoa. E que tipo de filtros, ou defesas é que essa pessoa tem para se proteger do excesso de informação. Porque no fundo é disso que se trata. Quando estás numa escala muito alta de empatia, estás constantemente a ser retirada do teu centro, porque a tua identificação está sempre a ser projectada para fora, em vez de ficar dentro, e isto faz com que te canses com mais facilidade, que te esgotes sem razão aparente, que sintas dores no teu corpo físico e emocional e que muitas vezes tenhas ciclos repetitivos de pensamentos que nem sequer sabes indentificar muito bem de onde vêm. No entanto e por outro lado, também és capaz de te alimentar e auto-regenerar com mais facilidade pois estás muito mais premeável à cura, venha ela de pessoas, animais ou do contacto com a natureza, consequentemente tens a capacidade de irradiar isso para fora, ajudando não só pessoas, como animais , plantas e toda a vida neste planeta e noutros planos também.

Repito, qualquer pessoa saudável é empática, ok? Parece é que nestes tempos onde o mundo está cada vez mais polarizado, que também a escala da empatia começa ela própria a polarizar-se. Há cada vez mais pessoas com um nível de empatia muito elevado, e por oposição, pessoas com  níveis de empatia muito baixos ( e na psicologia tais pessoas poderão ter patologias espacíficas cada uma delas com contornos diferentes, como por exemplo, narcisistas, psicopatas e os tais vampiros energéticos de que se ouve falar tanto).

Agora, há uns anos atrás uma empatia desmedida também era considerada como uma condição patológica. O que se começa a entender por alguns psicólogos e psiquiatras mais sensíveis, é que um nível elevado de empatia pode ser justamente  o que este mundo precisa para dar o salto para sairmos da separação  para a fraternidade.

Se tu tens um nível elevado de empatia e sofres desde criança com isso como eu, podes ler este último paragrafo e podes achar que o sacrifício é demasiado grande. Sim, ser empática “demais” doí, doi no corpo, na alma e em outros cantos do Ser que nem conseguimos descrever. É uma condição extremamente vulnerável, com um impacto gigante na vida e nas relações, geralmente caracterizada por infâncias de isolamento profundo, culpa e responsabilidade onde  criança interior foi abafada desde muito cedo e muitas vezes ignorada. Mas aprendendo a viver com isso, curando e limpando as feridas do passado associadas a esta empatia desmedida e aceitando essa condição como parte integrante de ti, pode trazer-te bênçãos como nunca imaginaste. A questão é que se vibras numa escala alta de empatia tens de aprender a caminhar com a tua empatia, em vez de lutar contra ela. Tens de perceber que tens necessidades básicas a serem respeitadas que podem ir contra as convenções sociais actuais e a tua própria educação, que podes não conseguir responder às necessidades dos outros da mesma maneira que outras pessoas respondem, ou esperam que tu respondas (e isto inclui relações familiares, inclusive com os filhos).

Vou deixar aqui algumas prácticas que são essenciais para a sobrevivência de uma pessoa com um alto expectro de empatia:

  • saber dizer Não e definir limites, sendo que os teus limites são só teus e mudam de tempos a tempos, às vezes precisam de ser mesmo rígidos e quase colados ao corpo, outras podem se expandir um pouco mais, è uma dança cujo compasso muda constantemente.
  • tempo e espaço para estar sozinha, pessoas empáticas só se conseguem realmente restabelecer quando passam tempo sozinhas, evitando estímulos.
  • conecta-te ao que te dá prazer e que une mente/coração/corpo.
  • pausas durante o dia para enraizar, seja através de caminhadas na natureza, visualizações, exercisio físico etc…  – repito pausas várias vezes ao dia, uma não chega.
  • evitar ambientes com muitas pessoas ou muito estímulo, não podendo evitar, fazer uma oração de protecção e visualizares-te num saco cama transparente fechado, onde só entram as interacções energéticas que são BOAS para ti.
  • Perceber que não és tu que salvas ninguém  – Cada pessoa merece a dignidade de percorrer o seu próprio caminho.
  • Evitar ser depósito de problemas, em vez de permires que a amiga te ligue vezes sem conta para falar dos mesmos problemas para os quais nunca parece haver solução, tenta interagir menos e quando estiveres sozinha centrada e bem alimentada (em todos os aspectos), pede por ela, envia-lhe amor e luz (vais ajudar muito mais assim).
  • dormir bem é essencial para uma pessoa com altos níveis de empatia, e isto pode significar pedir ao companheiro que de vez em quando durma noutro lugar, ou energeticamente visualizar uma parede no meio da cama, às vezes podes ter muita dificuldade em dormir se o teu companheiro ou companheira estão a passar por dificuldades. E se tu não dormes, não vais ter condições de ajudar ninguém, muito menos de te manter centrada.
  • Ter muita atenção ao corpo, ele é sábio, ele dá sinais assim que estás a entrar em “overload” e quanto mais rápido saires do estímulo e te centrares, mais rápida será a tua recuperação – entenda-se aqui recuperação como: voltar ao centro.
  • andar descalça na natureza pode fazer milagres.
  • a água é muito importante, banhos de água e sal, ou sais de magnésio com lavanda, eucalipto ou hortelã-pimenta, nem que seja um esclada pés antes de dormir.
  • e meditar…. meditar é sem dúvida uma ajuda imensa, porque com uma práctica diária de meditação aprendes a indentificar-te menos com os estímulos o que te ajuda a ancorar mais no teu centro, mesmo durante momentos e interações desafiantes.
  • evita notícias, a maneira como os midia fazem jornalismo hoje em dia, é nociva para todos nós, mas em especial para pessoas altamente empáticas.
  • exercício físico, seja ele qual for, é essencial para drenar as sensações que ficam “agarradas” ao teu corpo.

Se queres saber mais sobre o assunto, eu aconselho-te os seguintes livros:

  • The Empath’s Survival Guide: Life Strategies for Sensitive People da Dra. Judith Orloff
  • Dodging Energy Vampires: An Empath’s Guide to Evading Relationships That Drain You and Restoring Your Health da Dra. Christiane Northrup M.D.

Numa consulta de Astrologia podemos sempre olhar e determinar o teu grau de empatia e como essa empatia te pode apoiar no teu caminho e que estratégias podes adquirir para aprender a viver com ela, porque ela é um dom, ser altamente empático é uma bênção, pode parecer um paradoxo, mas… a nossa vida é feita deles não é?

Podes saber mais sobre as consultas de Astrologia aqui

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Como fazer as tuas mandalas para estudares o teu ciclo lunar e solar. Começa este ano astrológico a registar a dança Sol/Lua/Terra em Ti.

Há alguns meses, algures entre os incêndios de 15 de Outubro e o meu trabalho ter começado a chegar a mais pessoas, comecei a ser assaltada pela seguinte pergunta: ” E se tudo o que mais valorizas, que mais amas, se fosse retirado? Casa, objetos sagrados, memórias, família, trabalho, reputação. E se fosses desprovida de tudo o que consideras querido e sagrado para ti? O que é que te restaria? O que é que te faria continuar a levantar da cama pela manhã?

Esta é uma pergunta inquietante, uma pergunta à qual viramos a cara, porque a resposta verdadeira a tal pergunta só pode vir de um estado de “graça”. Nos mandamentos da vida cíclica existe uma altura para semear, e uma altura para colher, assim como existe uma altura para fazer perguntas e uma para encontrar as respostas.

Esta é uma daquelas perguntas chave! Perguntas chave são perguntas que surgem do inconsciente e que “acendem” em nós um tipo de inteligência inspirada. São perguntas que de alguma forma alteram os padrões familiares dos nossos processos mentais, levando o nosso cérebro a encontrar novos caminhos, a construir novas sinapses.

Na minha prática astrológica sinto-me a fazer um bom trabalho, quando durante uma consulta ajudo a pessoa a sair do consultório com uma ou duas destas perguntas na manga. Aí sim, fico com a certeza que a vida da pessoa acabou de mudar ali mesmo à minha frente, ainda que essa mudança não seja obvia nem durante a consulta nem nos dias que se seguem. Pois as perguntas chave, são como sementes que quando encontram terreno fértil, vão depositar as suas forças e o seu fogo no interior da terra à espera da hora certa para brotar. E qual é a hora certa para brotar?

A resposta à minha pergunta veio de mansinho, qual broto despontando da terra. Primeiro senti o primeiro verde, num livro que me veio para às mãos (por acaso), depois foi uma conversa distraída de café com uma amiga que me levou a ver um vídeo na internet. Em seguida o mar revolto de Carcavelos decidiu lamber-me as faces e regar a planta emergente, mais tarde os ventos fortes abanaram a planta jovem e fizeram-me perceber que esta planta/resposta estava a tornar-se cada vez mais clara.

Voltei à minha casa, ao meu jardim e ouvi com a minha audição interna:

“Quem vem ao verde tão verde, quem vem ao verde verá. Que não vem em vão e vede. Que o verde o ajudará.” – esta pequena melodia cantada pela Luísa Barreto , de repente abriu dentro de mim a resposta obvia, a única que faria qualquer sentido.

Se me retirassem tudo o que me é querido, agarrar-me-ia à VIDA, e esta Vida não é a minha vida ou a tua. É a nossa Vida, a VIDA/MORTE/VIDA, onde numa espiral continua toda a existência se cruza e entrecruza a toda a hora.

E eu já passei por alturas onde a dor era tanta que eu não conseguia sair da cama, onde para aguentar passar os dias precisava de me anestesiar, para não sentir. Então acreditem, eu sei que quando os desafios nos batem à porta, não é cor-de-rosa…nunca é.

Mas… assim como a semente sempre renasce, mesmo depois das piores catástrofes, também nós renascemos, e às vezes nem é porque queremos, é porque a força da Vida fala mais alto.

Eu que já caí fundo, como muitas de vocês, vivo esta vida com os pés o mais assentes no chão possível para que quando voltar a cair, saiba cair melhor, com mais graça, mais auto-respeito, mais compaixão.

Vivemos na impermanência constante, e a pergunta é: “Como encontrar o que é permanente nesta existência impermanente, como encontrar o que é duradouro e constante num mundo em constante revolução?

Não existe uma resposta, existem várias. Uma possível, é dedicarmo-nos a estudar a vida cíclica, ou melhor, deixem-me reformular… dedicarmo-nos a dançar conscientemente com a vida cíclica, tentando não apressar o que não pode ser apressado, tentando não encontrar soluções rápidas para o que precisar de cuidado e de tempo para se resolver. Encontrando na observação dos nosso ciclos e respetivos padrões cíclicos fios condutores que nos ajudam a tecer a nossa história com consciência e integridade.

Podemos ler e estudar várias matérias: sagrado feminino, astrologia, I-Ching, tarôt, podemos inspirar-nos com as histórias dos outros e pensar no que desejaríamos para nós, mas ao colocarmos essas coisas em 2º plano, e nos colocarmos a nós e à história contada pelos nossos ciclos em primeiro lugar, estaremos a construir um sistema único e revolucionário de autoconhecimento, individual e intransmissível! Dá para ver os resultados de um dia para o outro? Não… demora, são anos. Mas vale a pena? Claro!!!

Como podemos fazê-lo? Bem para mim uma das coisas é ter um diário e escrever regularmente, guardando os meus diários e sistematizando a forma como escrevo neles, para que mais tarde possam ser de fácil consulta. Outra das coisas que faço e que quero partilhar hoje com vocês é estudar os ciclos da Lua e o ciclo do Sol. Aprendendo a perceber-me através da dança mensal da Lua e da dança anual do Sol, registando estes estudos sob a forma de mandalas no meu diário. No link vocês poderão ver um video meu onde explico como faço estas mandalas e no que consistem estes estudos.

Aconselho este trabalho. Traz foco, e a longo prazo, ferramentas que mais ninguém te pode oferecer a não seres tu própria. É tão transversal a tantas áreas da vida de uma mulher, como o ciclo menstrual, hormonal etc… para quem estuda astrologia é a melhor introdução possível a uma mundo de estudo e observação constantes, da danças entre o Eu e os arquétipos planetários e seus respetivos ciclos.

Espero que vos inspire, que expire e que vos leve a começar já hoje a registar aquilo que mais tarde irá se transformar na vossa auto-biografia circular, onde o tempo da vossa existência passa a ser vivenciado como uma espiral em vez de uma recta. Muda tudo!

Digam-me o que acharam do video.

Um abraço com carinho

Ana Alpande

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