Lua Cheia em Carneiro – depois de olhar para as projeções chega a hora de olhar para o sangue. Qual é a qualidade do sangue que andas a derramar?

Esta semana volto à newsletter e ao canal no Youtube, depois de 2 meses de ausência.

Que coisa boa, estar a escrever-vos já a sentir o Outono a bater à porta, a ouvir as corujas cantar lá fora e a doce noite a embalar os dedos rápidos que fazem música com as teclas do computador.

Porque a energia desta Lua está no auge e porque a semana passada eu foquei-me exclusivamente nas relações e pouco falei de Marte que é o senhor cuja energia está a ser refletida por esta Lua de Outono, decidi adicionar aqui mais um convite à reflexão, desta vez sobre a qualidade do sangue que andamos a derramar. Todos derramamos sangue, ou nosso, ou dos outros,  pingando, ou  jorrarando.

Porque a semana de Lua Cheia é semana de video, desta vez em fez de escrever eu fiz um video a falar sobre os aspectos desta Lua que não mencionei a semana passada, mas acho importante sublinhar, e sobre o sangue, o nosso sangue.

Vamos olhar para o sangue? Vejam o video e partilhem comigo.

 

Abraço com carinho

Ana Alpande

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Lua Cheia em Carneiro, Sol em Balança – Espelho, espelho meu…

Estava difícil escrever sobre esta Lua, para mim é tão intensa que não estava a encontrar maneira de condensar toda esta intensidade em palavras… mas quando um escritor perde as suas palavras pode sempre recorrer às palavras de outras pessoas, no meu caso encontrei justamente o fogo que estava a precisar no seguinte mantra que encontrei hoje numa partilha no FB.

“I am not a mother, I am not a wife. I am not a daughter, I am not a woman. I am a spirit, FREE, walking (magnificent), the surface of the Earth”  sentido e materializado pela Joana Fartaria que tem esta beleza selvática que me faz lembrar as montanhas e os rios que rasgam as montanhas.

22181288_1443915792395651_7980133421969828752_oLogo depois no feed da Susana Cristina Rodrigues cara, corpo e alma da Bless Woman, mulher que eu adoro e conheço já há tanto tempo, encontro isto: “…a aprender a ser quem é para além do que acha que o mundo quer dela…”

Verdadeiramente com estas duas citações está tudo dito sobre esta lunação. Até porque Marte, regente do signo de Carneiro não é de palavras e sim de ação e nesta Lua muitas de vós podem estar a sentir ou uma força que vêm das entranhas completamente descontrolada que fere o que encontra pela frente, ou uma astenia brutal, por medo das consequências desta força. Esta é uma Lua que testa os nossos limites e a nossa paciência e os limites daqueles que nos rodeiam, já que o Sol está neste momento em Balança.

 

Então das minhas entranhas o novo quer romper sem dó nem piedade sem esperas ou misericórdia, mas a forma como esse novo encontra caminho depende muito daquilo que eu projeto nos outros e que os outros me devolvem projetado de volta. Por isso as palavras da Susana tão perfeitas e o mantra da Joana tão poderoso, porque é um mantra que entende a força desta energia mas ao mesmo tempo que a reconhece e enaltece, a pacifica, porque a sublima e eleva ao reino do Espírito.

E a Lua Cheia é aquela altura do mês onde o que anda escondido em certa área das nossas vidas “salta” à luz.

E as perguntas que podemos colocar a nos próprias durante esta lunação são:

  • O que é que faço como o meu ímpeto? Como é que eu giro a minha agressividade e a minha frustração? Isolo-me e encolho-me com medo das consequências, ou grito berro e descarrego naqueles que me são mais próximos, ou ainda, permito que outras pessoas descarreguem a sua descompensação em mim?
  • Ando demasiado acelerada sem tempo para respirar e conectar-me comigo? Ou ando a levar-me ao limite sem ser capaz de parar?
  • Estou à espera que sejam os outros a providenciar-me o que necessito para ser feliz, ou sou capaz de canalizar este fogo para suprir as minhas necessidades?
  • Confio em mim, nas minhas capacidades em quem sou e no que sou capaz de dar ao mundo, ou sinto necessidade de me provar a mim mesma, competindo com o próximo, comparando, sentindo a necessidade de estar à frente, de ser mais que…
  • Tenho sido capaz de me aperceber das sensibilidades ténues de quem me rodeia ou a minha tempestade emocional tem-me isolado numa redoma de forma a esquecer-me das necessidades dos outros?
  • Tenho sido capaz de pedir ajuda, ou tenho aceite a ajuda oferecida?
  • E no meio disto tudo, tenho brincado? Divertido, Respirado plenamente?

A Lua Cheia é o momento do mês para: agradecer, perdoar, libertar, purificar.

Para mim e graças ao mantra da Joana Fartaria, consegui hoje limpar a intensidade emocional, cantando tocando tambor e agitando o corpo. Tenho mais muito mais para limpar, libertar, chorar e uns quantos palavrões para gritar ao vento, porque para libertar a energia de Marte não bastam festinhas e Ommmms.

O Universo dança para que possamos dançar com ele, e espero ter-vos dado inspiração para dançarem esta Lua em Verdade, Plenas e Integras convosco e com as pessoas que vos rodeiam.

A foto incrível da Joana, faz parte do projeto Essência, da Lieve Tobback – podem ver o trabalho dela aqui.

A Joana é actriz, doula e facilita Círculos de Mulheres, podem saber mais sobre ela e o seu trabalho aqui.

Aproveito para lembrar que durante Outubro e Novembro as consultas de Astrologia pelo Skype estão com 20% de desconto. Outubro já não tenho vagas, resta Novembro, envia-me e-mail para circulosdetecelagem@anaalpande.com se quiseres saber mais ou fazer marcação.

Com amor

Ana Alpande

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Lua Cheia em Peixes – “A parte sem o Todo não é parte.” – ideias para um ritual

Quem vive na natureza como eu, não pode passar indiferente às fases da Lua.

Na Lua Nova o céu é escuro e as estrelas brilham intensas. Não podemos sair de casa sem lanterna e se saímos, sentimos medo. Um medo um pouco mais profundo do que a preocupação de bater em alguma coisa ou tropeçar nalgum obstáculo. Eu sinto-o como o medo do escuro que tinha quando era pequena e os meus pais apagavam a luz ao sair do meu quarto, para eu dormir.

Na Lua Cheia um candeeiro gigante ilumina o nosso caminho. Ilumina tudo, até mesmo o interior da casa quando estamos às escuras. O brilho das estrelas fica apagado e todas as atenções se voltam para este planeta satélite que rege as águas fora e dentro de nós.

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É fácil deixar passar a Lua Nova, mas quase impossível não dar atenção à Lua Cheia.

Na Lua Cheia sente-se um “conflito de interesses” muito interessante (na Astrologia chama-se a este conflito oposição). Por exemplo, este mês é o mês do signo Virgem, ou seja o Sol está neste momento em Virgem e nesta Lua Cheia, a Lua vai estar em Peixes, exactamente oposta ao Sol, criando tensão entre as energias dos dois signos. Isto é válido para todos os outros meses (Luas Cheias), em cada mês sentimos uma oposição diferente, para o próximo mês a tensão será o Sol em Balança e a Lua em Gémeos, e assim por diante…

Nesta Lua Cheia o tema é Unidade.

Com o quê?

Com tudo o que nos rodeia.

E porque o Sol está em Virgem, a pergunta é:

. Tenho encontrado o tempo e o espaço entre os meus afazeres diários e compromissos para cultivar o sentido de pertença e união a algo maior de que Eu?

. Tenho parado para escutar a minha alma, quando ela fala comigo?

. Sou capaz de abandonar a minha necessidade de perfeição e aceitar as  imperfeições da minha vida, do meu corpo, do meu quotidiano, confiando que no plano Divino tudo É perfeito neste exato momento?

. Como é que equilibro vida prática com a minha imaginação fértil e os meus sonhos? Para onde pende a balança? Estou a ser demasiado prática e responsável que nem encontro tempo para sonhar, para alimentar o meu interior? Ou perco-me demasiado no mundo dos sonhos e não estou a conseguir concretizar objetivos nem atender às necessidades do meu quotidiano.

A Lua Cheia é a melhor altura para iluminar as crenças e os padrões que não nos apoiam, é a altura para perdoar e libertar. E se fizermos este trabalho em harmonia com os ciclos da Terra, mas profundo e eficaz será o nosso olhar para dentro de nós mesmas.

Também vale a pena dizer que perceber em que casa do nosso mapa astral calha a Lua Cheia, ajuda a ir mais fundo na percepção do que se está a passar nas nossas vidas nesse determinado momento do mês lunar.

Nesta altura do ciclo lunar, eu pessoalmente gosto de olhar para os meus projectos inacabados e perceber quais os que são para descartar e quais vão seguir em frente. Isto ajuda-me primeiro a focar-me no que realmente quero ver concretizado e depois a criar espaço para o Novo que normalmente chega com a Lua Nova.

Então nesta Lua Cheia, que irradia a energia de Peixes, faz ainda mais sentido criares um círculo para estar contigo mesma, entregue à Luz que brilha dentro de ti.

. Agradeçe as tuas benções, enumera-as.

. Olha para a tua vida vê o que te serve, o que podes descartar.

. Se tens projectos inacabados, parados ou estagnados, esta é uma boa altura para olhar para eles. Se na Lua Nova gosto de trazer o meu tear para o ritual de Manifestação, na Lua Cheia gosto de me sentar com os projetos que comecei no tear, os que não fazem sentido são desmanchados nesta altura e muitas vezes é nesta altura que finalizo o que comecei ciclos atrás.

. Responde às perguntas acima, com tempo e sinceridade, escrevendo tudo o que tens para escrever.

. Podes também aproveitar para perdoar e libertar pessoas e situações, escrevendo detalhadamente o que te chateia e magoa. (Eu gosto de saltar, dar uns socos no ar, enfim mexer o corpo para libertar as emoções acumuladas).

. Depois com cuidado para não haver acidentes, podes queimar o que escreveste e envolver pessoas e situações em luz rosa (talvez no lavatório ou noutro local que seja seguro), no meu caso, no Verão às vezes opto por enterrar em vez de queimar.

. Agora podes ficar contigo nesse espaço que acabas-te de criar. Escuta o silêncio que vem de Ti. A Lua Cheia em Peixes ideal para se estar no silêncio em escuta ativa.

. Fica atenta a sonhos e sinais, esta é a Lua que rege as àguas do insconsciente coletivo e a mais aberta a comunicar com a Alma.

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Eclipse Solar e Lua Nova em Leão. Ritual de Manifestação

Não podia deixar passar este eclipse sem vos escrever. Temos ouvido falar muito deste eclipse, que vai ser forte, importante e decisivo.

A Arte de Tecer a Vida (método de empoderamento pessoal, o qual me dedico a ensinar), é uma ferramenta que nos lembra que somos ao mesmo tempo criação e criadoras do nosso destino. Através das janelas dos nossos teares nós visionamos quem queremos ser e,  tecemos o tecido da nossa vida consciente. Este eclipse é uma oportunidade incrível para estimular e potencializar essa criação. Tem tudo a ver com a primeira Forma Elementar que é o Amuleto, que nos fala da Invocação e que nos leva à toca da Mulher Loba, aquela que vive para lá do tempo, e que guarda os segredos da Vida/Morte/Vida.

No Amuleto assim como neste eclipse somos chamadas à nossa caverna ancestral e convidadas a tocar e a cheirar os nossos ossos e olharmos sem medo para quem realmente somos. A partir daí invocamos o nosso poder para o que queremos manifestar na nossa vida.

Sobre  o eclipse em si não vou escrever porque já muito foi escrito.

Mas quero partilhar com vocês uma de muitas possibilidades pra aproveitar esta onda interna e surfar com ela.

Deixo a sugestão de um ritual para esta segunda-feira:

A energia do eclipse já se faz sentir, então algumas de vocês já estão a sentir um chamado de se recolherem um pouco. Talvez precisem de descansar,  comer melhor, ou de alguma forma prestar atenção ao vosso corpo, seja físico ou emocional.

O corpo é o veículo através do qual expressamos as nossas emoções e este é um tempo que nos convida a esvaziar mente e coração, para que do vazio possa emergir a verdade.

Então até segunda-feira é tempo de tomar contacto com o nosso corpo físico, sentir-lhe os músculos, as articulações, a pele e purificar através do corpo…sim… estou mesmo a falar de suar e deixar as emoções “destilar” através dos nossos poros. Um passeio à beira mar com um passo mais acelerado, subir um terreno de inclinação acentuada, nadar ou treinar com mais vigor…enfim vocês percebem a ideia. Também é importante o toque, trocar carícias, receber uma massagem ou oferecermo-nos uma auto-massagem. Nesta fase é importante unir consciência ao corpo. E esta é a preparação para o ritual deste eclipse.

No dia do eclipse é importante criar um momento só para ti. Encontra um lugar onde não vais ser incomodada, cria um espaço agradável onde te sintas “em casa”. Eu gosto de ter um baralho de cartas, papel, caneta, as minhas lãs e claro o meu tear. Para as mulheres que não ainda aprenderam a tecer, podem usar canetas, aguarelas, qualquer veiculo artístico que faça a vossa alma cantar. (No curso a Arte de Tecer a vida exploramos em pormenor como usar os nossos teres como ferramentas de manifestação).

. Começa por agradecer as tuas bênçãos. Sente a energia da gratidão no peito à medida que vais trazendo à consciência todas as coisas pelas quais és grata na vida.

. Faz uma pequena meditação, aquela que gostares mais. Eu gosto de visualizar a energia das profundezas da terra a percorrer os meus 3 chakras inferiores e a energia do cosmos a descer sobre os 3 superiores e depois no coração unir ambas as energias, e desta forma limpar a minha aura.

. Também podes cantar um mantra.

Se gostares de astrologia, podes ver em que casa se está a manifestar o eclipse e iluminar essa área, visualizando qualquer aspecto mais tenso a suavizar e pedir para que os aspectos favoráreis possam ser aproveitados a teu favor. Se não percebes nada de astrologia ótimo!!! Apenas entrega os teus desafios e pede para que todas as oportunidades sejam aproveitadas (às vezes a vida abre-nos portas, e estas passam-nos ao lado).

Também podes aproveitar  para olhar para o planeta e lançar as tuas intenções para a nossa humanidade.

Quais são os teus desejos? Os teus sonhos? Tenta dar uma resposta sincera.

Escreve. Lê. Re-lê.

Agora visualiza-te a ser essa pessoa, a pessoa que realizou o seu desejo, que concretizou o seu sonho. Como te sentes? É mesmo isso que queres?

Repete até sentires no teu corpo as emoções que sentirias se já tivesses concretizado o teu desejo. Demora o tempo necessário nesta etapa pois ela é das mais importantes deste ritual.

Agora é a altura de pegar no tear, escolher a lãs e criar o teu amuleto, ou pegar na folha branca e nos pinceis e pintar uma representação dessa energia.

Coloca essa representação no teu altar, junto com uma lista com pelo menos três acções que te aproximem do teu objectivo.

Esta é uma das abordagens a este eclipse que envolve o meu trabalho com a Arte de Tecer a Vida e com o nosso trabalho nos círculos de tecelagem.

As suas raízes vêm do coaching criativo e na verdade trata-te de aproveitar a confluência de energias deste eclipse para tira ainda mais partido deste trabalho. Mas ele poderá ser feito a qualquer altura em especial na Lua Nova.

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Ser livre é criar e entregar e entregar e criar.

Então não te esqueças de entregar tudo ao teu Ser Divino, pois ele melhor que ninguém sabe o que é melhor para ti. Por isso se não tiveres nenhum desejo para manifestar, foca-te em amplificar emoções de amor e entrega pelo corpo e dar-lhes forma através da tua arte. Desta forma vais estar a criar espaço para o divino agir através de ti.

Juntas criamos um mundo novo.

Informações sobre a Arte de Tecer a Vida ou novos cursos aqui: circulosdetecelagem@anaalpande.com

História de La Loba em áudio para te inspirares, aqui:

Volto a escrever com regularidades no blogue às segundas em Setembro.

Até lá!

Com amor

Ana

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A Lua, a produtividade e a aceitação do nosso ritmo pessoal e lunar.

Há alguns anos que tenho andado a observar o meu corpo e o meu comportamento mediante as fases da lua. E é um alívio poder fluir com o meu biorritmo em vez de lutar contra ele, ou ainda que tenha de lutar um pouco contra ele (sejamos realistas, nem sempre podemos fazer só o que a “lua” nos pede), ao menos posso ser compreensiva e amorosa no que toca às expectativas que tenho em relação ao que faço enquanto contrario a minha tendência natural. Ter esta consciência ajuda-me a entender e programar o mês de uma forma criativa e produtiva, e faz toda a diferença não só nas minhas relações pessoais como na forma como me relaciono com o que me rodeia, e acima de tudo  como coopero comigo mesma.

Deixem-me só abrir um parêntesis para vos falar de produtividade:  Durante anos eu evitei ter listas de objectivos e o motivo era simples, elas frustravam-me de tal maneira que em vez de alcançar os meus objectivos eu afastava-me ainda mais deles. Hoje em dia tenho técnicas para criar listas e fazê-las acontecer, o que me ajuda muito, mas o que mudou para mim e fez toda a diferença foi eu ter compreendido que:

Os objectivos têm de me servir, não sou eu que tenho de os servir!

Mudou completamente o meu paradigma, em vez de andar com um chicote na mão, porque não estou a chegar onde eu acho que quero, eu olho para os objectivos como ferramentas que servem o meu propósito, e isto faz muita diferença porque permite-me re-avaliar, questionar e alterar os meus objectivos sempre que é necessário, isto também me permite depositar a minha lealdade não na visão daquilo que eu acho que quero ter ou ser, mas no propósito maior que consiste na pergunta: Como posso colocar as minhas capacidades ao  serviço de mim mesma e dos outros?
E de uma forma geral eu faço esta reflexão mensalmente com a ajuda da Lua e do seu ritmo mensal.

E por falar em Luas, nesta última Lua Cheia, senti uma grande necessidade de orar.

Partilho com vocês a minha oração cantada, um presente encontrado na Internet de uma compositora brasileira que adorei conhecer, não resisti em tomar a liberdade de fazer uma versão minha. Aí fica:

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